Em 2001, o nascimento das trigêmeas Nathali, Nívea e Nicole na Beneficência Hospitalar de Mairinque

O Arquivo Vivo fecha o mês das mães com a primeira página da edição do Jornal O Democrata de 2 de junho de 2001. Há 25 anos, a manchete “Trigêmeas saudáveis alegram o lar do casal Eva Lúcia/Cícero” e a reportagem completa no noticiário de Mairinque.
“Eva Lúcia Porfírio, de 22 anos, doméstica e estudante, e Cícero Pereira da Silva, de 28 anos, ajudante geral, residentes no bairro Sebandilha, em Mairinque, estão casados há cinco anos e contam com a meiguice da filha Nayara, de 4 anos. Agora, depois de uma cesárea à qual Eva foi submetida no último dia 23 de maio, na Beneficência Hospitalar de Mairinque, o jovem casal vê sua prole crescer de maneira emotiva e surpreendente com a chegada das graciosas Nathali (2,570 kg), Nívea (2,175 kg) e Nicole (2,360 kg).

Mamãe Eva Lúcia, sorridente, agradece a Deus pela saúde das meninas e mostra-se grata pela atenção e dedicação recebidas por todos que a atenderam. Em especial, destaca o carinho profissional e amigo dos médicos dr. Pedro Hirano (obstetra), Rui Minoru Chino (pediatra) e Pedro Renato Guazelli (anestesista), além da enfermeira Lilian. Falando à reportagem de O Democrata, o administrador hospitalar da BHM, Vandayr Garcia de Souza, manifestou sua satisfação por registrar mais um nascimento de trigêmeos e, principalmente, pelo fato de a instituição hospitalar proporcionar eficiente assistência humana e material a todos os pacientes.”

Nascida em Osasco, Eva trabalha atualmente na loja Capres, em Mairinque, além de ter sido funcionária por vários anos da Kinfantil. O marido é motorista na Jundiá e as trigêmeas são casadas, mas não têm filhos. Ela ficou sabendo no quarto mês de gravidez que seriam três meninas, que nasceram na seguinte ordem: Nívea, Nathali e Nicole. Além das quatro filhas, o casal ainda teve João. É uma família muito reservada e, por isso, não publicamos a foto atual das trigêmeas.
Ao rever a reportagem, a enfermeira Lilian Kimura sentiu-se como se estivesse em um túnel do tempo. “Eu ficava muito na maternidade porque comecei como enfermeira obstetra e depois me tornei chefe de enfermagem. Que legal o resgate desta história. Todas crescidas”, comentou Lilian Kimura, hoje administradora do Precision Laboratório de Análises Clínicas.


